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Minha profissão é muito interessante! Não só porque gosto ajudar pessoas, mas porque aprendo muito com elas, sobre elas mesmas, sobre o ser humano de uma maneira geral e, o melhor, sobre mim também. Assim, sinto-me cada vez mais capacitada para exercer minha função.
Considero meu crescimento pessoal incrível e maravilhoso e tudo o que quero é favorecer o crescimento daqueles com quem convivo cotidianamente e profissionalmente. Mas, o interessante é que uns crescem e outros não! Muitos anos se passam e alguns continuam com os mesmos problemas e lamentações e olha, por falta de estimulação não é!.
Todos querem melhorar e resolver seus problemas. Até aí, tudo bem. No entanto, a partir de então, começam as diferenças no envolvimento de cada um com seu processo e nos resultados alcançados. As pessoas que seguem as instruções e dicas, iniciando novas práticas, melhoram e se tornam satisfeitas, sua vida se ajeita. Já, aquelas que não o fazem, por motivos variados, não conseguem progredir. Simples assim! Mas, ocorre que precisamos seguir em frente.
Minha gente, quem não muda, morre!!!

criado por Maria Cristina Rosa
22:05:09
Tenho acompanhado as dificuldades de uma mãe com sua filha adolescente, 15 anos, que não estava considerando os pais como figuras de autoridade, não aceitando suas regras e limites em relação a horário pra namoro, dizer onde vai, com quem, a que horas volta, etc. Tornou-se rebelde, agressiva, deixando de dar a colaboração costumeira nas tarefas do lar, evitando o diálogo e só fazendo o que queria. O interessante dessa história é que a jovem gosta de freqüentar um centro de umbanda (linha branca) e de lá veio a ajuda inesperada. Um dos guias a fez se compenetrar de seus excessos, estimulando-a a reconciliar-se com os pais e ainda a colocou de castigo em um banco à parte, por certo tempo. Sabem o que aconteceu? Ela escreveu uma carta para a mãe pedindo desculpas e mudou seu comportamento em casa. Tudo voltou ao normal.
Foi interessante observar nesse acompanhamento, a importância da religião na vida das pessoas, seja ela qual for, tornando-as melhores, mais humildes. Essa importância cresce quando a faixa etária é essa, fase em que os indivíduos estão justamente formando seu caráter e se inspiram naqueles a quem admira.
No caso, a mãe é católica e o pai tem tendências espíritas, mas não é praticante. É bom ver que ser dessa ou daquela religião não é relevante. O que importa é a afinidade da pessoa com a linha que escolheu e sua abertura aos ensinamentos dados. Se a pessoa se aprimora, está tudo bem.

criado por Maria Cristina Rosa
22:16:59
A campainha tocou. Era o rapaz da mercearia entregando a compra da família. Ele é muito sorridente e espontâneo, educado, cumprimenta o freguês e, se possível, troca um dedinho de prosa. É uma pessoa de bem com a vida. É bom pessoas assim entrarem na casa da gente!
Enquanto ele trazia a caixa de mercadorias até a cozinha, entabulamos aquela conversinha típica sobre o tempo, está muito quente, etc. Aí eu lhe disse que tudo está bem assim mesmo e ele deu-me uma resposta maravilhosa. Disse assim: -“É mesmo, quando as coisas estão ruins, a gente deixa de pensar nelas e elas desaparecem!” Uau! pensei.
Imediatamente compreendi a razão de seu alto astral - ele não fica se torturando com aquilo que não vai bem. Ele está certíssimo, aquilo em que a gente não pensa, não existe ou deixa de existir. Mas, se pensarmos, aquilo passa ou volta a existir! O que importa é o que vai pela nossa consciência, daí todo o resto acontece.
Meu amor, é muito fácil deixar de sofrer e viver bem. O rapaz da mercearia é um grande exemplo. Vai vivendo sua vida pelo lado melhor, escolhendo não dar muita pelota para “coisas ruins”. Como tudo passa e se ajeita naturalmente, ele sai lucrando sempre, salvaguardando seu bom humor e cordialidade. Isso é que é usar a inteligência!

criado por Maria Cristina Rosa
21:51:37
Muitas pessoas demonstram um nível alto de contentamento e sua vida exibe muito bem os resultados disso. Há maior equilíbrio nos relacionamentos, na saúde e nas finanças, mesmo que não haja riquezas. Pessoas contentes, realmente vivem melhor. O interessante é observar que o seu contentamento não advém do fato de ter coisas e propriedades, dinheiro (porque muitas tem apenas o suficiente!), mas sim de ter posturas e práticas que retornam como alegria, consciência tranqüila, paz interior, saúde e estabilidade. Pode não sobrar, mas também não falta! São pessoas que, através de silêncio e orações, expressam louvores por bênçãos e graças recebidas, fazendo contato com dimensões mais elevadas de seu próprio ser e da vida, a elas demonstrando seu amor e gratidão. Dedicam-se a obras assistenciais ou colaboram com elas, procurando melhorar a vida do outro ou, melhor ainda, promovê-la. “Ensinar a pescar”é a prática mais valiosa. Melhor ensinar a pessoa a sair de seu inferno, que tentar melhorá-lo um pouquinho, não é, meu bem?
Essas práticas tiram a pessoa de seu inferno, ou de suas dificuldades, se você prefere dizer assim, o que a capacita a ensinar os outros a saírem também. Mas, olha só, meu querido, como isso é complicado, nem todos acreditam que assim pode-se resolver graves situações. Então, minha querida, por isso nosso sofrimento pode se prolongar indefinidamente.
Vibrar com sinceridade, na dimensão do amor e da gratidão, embora seja a solução real para tudo, ainda não está ao alcance da compreensão de todos, muito menos da prática. Mas, caso você seja daquelas pessoas que gostam de conferir, provavelmente não se decepcionará, experimentando esse novo paradigma.
Por exemplo, o dia 2 de novembro é dedicado aos mortos. Na verdade, eles estão bem vivos na dimensão espiritual, e muito lhes agradam as nossas manifestações de carinho através de visitas ao cemitério, de oferendas como flores e outros presentes, de orações, de cultos. Os que ainda estão em condições de sofrimento, se sentem aliviados e como os outros, agradecidos. Por isso nos sentimos felizes quando os homenageamos. Pelo elo espiritual, percebemos seus sentimentos. com sinceridade, Por que não fazemos isso mais vezes? Poderíamos nos sentir felizes mais vezes. Simples, não é?
Vivos nessa ou na outra dimensão, fazer os outros felizes é maior motivo de satisfação que alguém possa ter.

criado por Maria Cristina Rosa
03:01:47